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Ita – o melhor PF

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hoje saiu no caderno “Comida”, de novo, um dos meus restaurantes de Prato Feito preferidos, o Ita!

Sempre indico o Ita pra quem tá pelo centro e quer comer bem e barato. Ou melhor, comer bem e bem barato.

Ita, Rua do Boticário, do lado da praça do Paissandu – Frente “linda” do Ita, com um letreiro a frente de sua época (época kassabiana de placas autistas que não se consegue ler), com uma placa de design típico do concretismo paulista.

Quem escreve de novo sobre ele é o tb viciado André Barcinski, na folha de sp. E como a pauta desse blog muitas vezes vem da leitura de jornal quando estou cagando, aproveito o embalo para escrever sobre ele.

o Ita é Roots até o talo! Deve ter uns 50 ou 60 anos esse restaurante e, do jeito que está, parece que não mudou muito desde que abriu. Pra mim o melhor detalhe que descreve a tradição é a conta… ela é feita a lápis no balcão…  e quando eu digo “no balcão”, quero dizer NO balcão. Imagina o nego escrevendo a lápis no balcão de mármore? é isso. Papel pra que? =)
Todos os pratos que tem la são bons e baratos… mas alguns são extremamente baratos. Por exemplo, vc toma (se quiser, claro!) uma sopa por 3,00. Não me lembro bem, mas acho que o prato mais barato, de comer com garfo, rs, é o risoto a bolonhesa, que sai uns 5,00… Chamar de risoto pode ser de mais… mas não deixa de ser usável. Afinal, vc imagina o que é, né? :)

o Barcisnki relembra do mega tradicional prato “Paissandu”: arroz, feijao, ovo e bife por 8,50

mas todos os outros pratos que comi lá são excelentes e baratos. E onde mais vc pode comer bacalhau ou salmão sem assaltar um caixa-automático?

Segunda indicação – Da Giovanni

Ou por um pouco mais vale conhecer o também resistente Da Giovanni (Basílio da Gama, 113), representante italiano, a moda antiga, com varios pratos do dia. Vem um couvert, saladinha e sobremesa em cada prato pedido. É um restaurante como vários antigos que tinha na rua 7 de Abril e fecharam para dar lugar aos frios e impessoais restaurantes a kilo. De quando almoçar não era simplesmente uma necessidade fisiológica e não existia celulares. Você ia almoçar COM alguém e a experiência ia além da comida, que tinha que ser ótima, como a companhia…

Malditos Kilos!

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